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PURE NURE




Adeus, burrico!

NOVO ENDEREÇO!!!

Pure Nure

Uma mulher madura como eu não pode permanecer com um template assim.



Escrito por hannanaah às 21h14
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numa galáxia muito distante havia um cara chamado bob underground. bob passava seus dias fazendo nada, mas bob pensava muito. bom, ele pensava que pensava, pelo menos. um dia chegou à caixa de emails de bob um convite...  (elisa)

Bob não abriu logo o e-mail. Não conhecia o remetente, vai q tinha um vírus-bomba lá dentro, né. Do jeito q ele já é traumatizado.... (diana)

como bob não conhecia o remetente e seu e-mail era hotmail, ele apenas relatou ao lixo eletrônico e bloqueou aquele endereço. nunca saberia o que havia na mensagem.. (jorge)

E Bob Underground voltou, assim, à sua rotina. Depois de checar os emails ele foi à cozinha preparar o café da manhã. Bob estava faminto. Ao abrir a geladeira para pegar o leite, Billy Nicks Chicks (como era chamado pelos amigos) não pôde acreditar no que estava vendo. Na prateleira das frutas havia uma melancia furada com os dizeres: "MANDAREI OUTRO. NÃO OUSE APAGAR ANTES DE LER". (andré)

tensão total. o choque o fez perder a noção do tempo, mas billy nicks podia jurar que não passara menos de 7 segundos parado feito estátua, sem saber o que pensar daquilo. quando se refez do susto e sentiu as pernas novamente, a primeira coisa que fez foi correr ao telefone e discar para seu amigo-amante-E-mulher (by syrley) bob rogério. contou o que havia passado naquela manhã e qual não foi a surpresa de bob underground quando bob rogério profetizou, num tom seco e sóbrio: "é um encosto!"
diante do veredicto dito de tal forma, o próximo passo de bob underground billy nicks chicks era inevitável -- ele teria de consultar um pai de santo! (jorge)

"É um encosto, osto, osto, osto". Bob Underground Billy Nicks Chiks ia andando tenso pela rua e aquilo que Rogéguio havia dito ecoava em seu pensamento. Sim, deveria ir a um terreiro de macumba, mas ali, naquele planetinha periférico e provinciano de Ashthar Shinnig Stars -a décima quinta galáxia depois do Centro Norte-456 do Universo- ele achava muito difícil que existisse um.
Continou sua caminhada (...osto, osto, osto...) e já estava para cair em desespero quando parou em um ponto de ônibus e apoiou a mão sobre um cartaz colado no pilar. Volveu o rosto para o cartaz, baixou os seus óculos à la John Lennon e leu com atenção: Cartomante Jaciara- ou terá sido Irmã Iracema? Bom, enfim, dava no mesmo... e deveria servir: jogar cartas e búzios estavam associados bem como búzios e terreiros de macumba. Bob anotou o telefone com todos os super códigos para tradução dos telefones de Ashthar Shinning Stars para os telefones da Terra e foi até a cabine de teltransporte mais próxima. Ele sabia que ia ser realmente um rolé da macaxeira. (elisa)



Escrito por hannanaah às 17h06
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Ilustrações estranhas e explicações sebosas sobre a imagem que eu tenho do tempo.

Legenda para a Flecha do Tempo:

A grande seta vermelha indica o grande fluxo da vida. Se ela fosse superposta aos desenhos da semana ou dos meses por exemplo (e se fosse bem desenha tb), indicaria o sentido da passagem do tempo na ordem cronológica (manhã, tarde, noite, manhã; segunda, terça, quarta...). Mas repare que ela não é uniforme: há dias que duram mais que outros, não é? E bem.. junto ao grande fluxo da vida, seguem outras setas de outras cores, que simbolizam outros assuntos, outras coisas que seguem como tudo segue, mas que também têm tempos próprios, ora convergindo, ora divergindo uns dos outros, fazendo a flecha do tempo parecer um feixe de fios de diversas naturezas, cheio de movimentos e imprevisível...

Imagino que cada pessoa vive num feixe de tempos assim, e que todas as pessoas e todas as coisas estão por sua vez unidas num único e enorme tempo, em que todos os fios se intercruzam doidamente.


eu me abestalho pensando essas coisas..=]~~



Escrito por hannanaah às 01h26
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Ano passado eu escrevi muito.. vou achando os textos e me surpreendendo com a quantidade. Agora um texto sem data exata, mas que pelo contexto do caderno, deve ser mais ou menos à essa mesma época, há um ano.

"shangananammmm.

 

                A quintura está grande de um jeito que dentro de casa não há lugar em que se fique sem sofrer. Vim deitar no chão da área e além de ficar cara a cara com o pontilhado verde do piso, senti o cheiro do óleo do carro que eu sempre tive nojo de limpar. Não sei quantos anos tenho agora.

                Que lindo esse momento. Só a lembrança dos brinquedos espalhados no chão já me suspendeu no tempo.

.

.

                Minha casa tem poucas e pequenas janelas."

 



Escrito por hannanaah às 01h54
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O "antes de dormir" é um momento crítico do dia. Eu pelo menos vou me aprofundando no pensamento até cair no sono. Aí um trecho extraído do meu diário. No dia 30 de julho de 2005 escrevi assim:

"Quando uma coisa é sagrada não se fala, não se escreve sobre ela. Vive-se e submete-se à sua eternidade sem questionamentos e sem justificativas. Traduzir é trair. E trair é sacrilégio.

Eu estou sentida. Mas esse sentir-se me faz confirmar o que eu desconfio a respeito das verdades da vida.

Grata."

Elisa Paiva



Escrito por hannanaah às 00h58
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Conta essa história direeeeito!

     

                "— Só pode ter sido por acaso, murmurou. Vamos ver quem é mais hábil com o florete.

                Pediu dois floretes e dois baralhos de cartas. Trouxeram-lhe tudo isso. Misturou cuidadosamente os dois baralhos.

                Atirou então um baralho no ar, desembainhou seu florete com a velocidade do raio e atacou. Quando todas as cartas caíram no chão, viu-se que tinha trespassado com o florete o ás de copas, exatamente no meio do único coração da carta. Voltou a procurar sua dama com o olhar, enquanto mostrava ao público o florete com a carta espetada na ponta.

                Bastian atirou então o outro baralho e a lâmina da sua espada silvou no ar.  Nenhuma carta caiu no chão. As trinta e duas cartas do baralho ficaram todas espetadas na ponta da espada, exatamente no centro e, ainda por cima, na ordem certa... apesar de Hynreck, o Herói, as ter embaralhado  muito bem. "

 

 

A História Sem Fim, Michael Ende.

 



Escrito por hannanaah às 01h10
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(Fio da Meada: Parte 1, Parte 2, e agora com vocês...)

 

"Não, Croutons, não teve outro jeito. Ninguém acreditava na minha tristeza, ninguém entendia o meu vazio, a minha falta de rumo, o meu sono e a minha preguiça. Não os culpo por isso porque não havia forma de entender as minhas lamúrias sem percorrer o caminho que percorri. Esse caminho era a vida que eu levei. É a minha vida. "Nessa estrada só quem pode me seguir sou eu": só eu mesma pra entender. Tudo bem.

                Não diga que eu fugi. Não seja incompreensivo você também. Eu me retirei para buscar minha cura. Foi por mim e pelos outros também que eu fiz isso. Eu me comunico demais e acabo me transmitindo demais. Eu estava ( estou ainda) doente, e acabaria por deixar a todos assim. Eu não tenho o direto de fazer isso. Eu não posso confiar que os outros sejam fortes quando eu mesma me encontro dessa forma.

                Eu subestimei minha fraqueza. Eu me diverti demais com a melancolia. Eu sorri demais e esvaziei o significado do meu choro. Agora eu preciso recobrar o meu equilíbrio antes que se esgote a minha capacidade de achar que posso me recuperar.

                Quanto tempo isso vai durar ?Não sei. Mas farei de tudo para que não ultrapasse um segundo do que for necessário.

                Estou muito sóbria e não fosse o cansaço e o dolorido, esse começo de viagem seria mais bonito.

                Eu sei que a minha saída foi brusca, e pelo que eu já expliquei no início, uns ou outros vão falar que eu quis chocar. Não se preocupe em defender, não é crime nenhum. Cante aquele samba "diga que eu só vou voltar quando eu me encontrar".

                Também ainda não sei para onde vou. Mas isso passa logo. Por enquanto eu quero só encher os olhos com as flores nas plantas, com as ilhas, com as névoas, os templos, as músicas, as cores e deixar o vento fazer bagunça nos meus cabelos (viajar nesse tapete é uma delícia!).

               

                Não se preocupe, eu mando notícias sempre.

                Desculpe não ter conversado melhor antes de sair. Eu também não estava esperando.

                Cuide dos mais carentes e dos gatos (aperte todos por mim). Uma festinha para Frida.

                Obrigada pela compreensão!

                               Um abraço gostoso,

                                                               Elisa"

 



Escrito por hannanaah às 23h01
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Morto não. Eu diria... dormente.

ATENÇÃO! O TEXTO ABAIXO ESTÁ NA ORDEM CERTA: LER DE CIMA PARA BAIXO!

É que o uol blog disse que eu havia ultrapassado o limite de caracteres por post! Imagine! Um textinho desse tamanho!



Escrito por hannanaah às 22h43
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Por que não escreve uma carta?

È. Cartas são sempre boas de escrever.

Essa será para quem?

Bom...eu não sei.

Escreva para 'x'.

Não gosto de escrever para gente de verdade sem querer mandar. Não fica como se fosse uma carta enviável.

Escreva pra um fictício então.

Lógico que agora seria pra um fictício, né?

Mas você podia se empenhar em fazer de conta que seria para um de verdade mesmo que fosse um fictício, mas acertando logo que seria um fictício você teria menos chances de ter desvios de conduta durante a escrita, porque aí você ia viajar livre legal.

Hmmm...

Ai! Azeda! Saia daí que eu escrevo no seu lugar! Coisa mais enjoada!

 



Escrito por hannanaah às 22h41
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Dois pontos

 

Olha, isso foi praga sua!

Minha?

Só pode ter sido!!! Eu passei cinco minutos em frente ao papel e não saiu nada! Uma vírgula não saiu!

Claro, quem estava com vontade de escrever era eu e não você!

Mas eu te dei quinhentas idéias e você nem tchun!

Ah, até parece que a gente escreve assim, que nem repentista, com mote!

Eu não sei não. Para mim quem está com vontade de escrever escreve o que aparecer pela frente.

Minha querida, você pode até dizer que há momentos em que a pessoa quer escrever só por estar escrevendo, mas na maior parte dos casos há muita coisa por trás da vontade de escrever.

Hum!

Então, meu bem, escreva sobre o que te faz querer escrever! Tão simples!

Mas você ta se fazendo de doida mesmo, não é?

Levemente.

.

.

.

.

,

Não vai escrever mesmo? Vai levantar e voltar mais tarde?

Me deixe. Você não entende nada.

(Azeda!)

O quê?

Falei não.

 

Isa Iva Ida, 31 de janeiro de 2005.



Escrito por hannanaah às 22h40
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Postando Impacientemente

Eu nem me lembrava que tinha escrito isso! Que ótimo! Parece uma redação de primário!

>>>

Tem sido uma diversão grande esses dias observar os calouros.  Logo na segunda feira, os de administração vinham todos pintados, amarrados dois a dois pelas pernas para pedir dinheiro. Ontem, a aula da tarde praticamente não aconteceu por conta do trote de turismo: os calouros andavam num bloco, em marcha lenta, cada um com um apito, fazendo mais e mais barulho aos gritos eufóricos dos veteranos.

Você, que já está entrando no seu quarto ano de universidade começa a querer se chatear pelo tempo perdido. Mas quando vê aquele povo bem novinho com a cara mais submissa do mundo, sem poder achar muita graça da própria situação, acaba por relevar e rir um bocado.

O melhor de tudo é poder observar ilesa, sã e salva das seboseiras e humilhações que eles estão passando, e que certamente quanto mais, pior será para os que vierem depois.

O delicado é você não ter nada que lhe diferencie dos calouros, a não ser sua carteira de estudante, que nas horas de desespero, parece se esconder de você dentro da bolsa. Pois não é que eu ia levando trote?! Eu ainda estava juntando minhas coisas quando os veteranos de biblioteconomia chegaram e fecharam as portas.  Ia ser muito bonito: eu, no sétimo período, voltando toda pintada pra casa porque tinha levado trote de outro curso! Uma humilhação pior do que sofrer revolta de calouros.

Mas, enfim, eu escapei e graças a deus não foi fedendo. Que sirva de lição pra quem resolver pagar disciplina com turma de calouro. E quanto a quem gosta de ficar malhando dos trotes, como eu=D, fica o aviso para ligar as antenas e tomar cuidado pra não acabar, digamos, se fudendo.

Elisa Paiva de Almeida,
01 de abril de 2005.



Escrito por hannanaah às 11h23
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Esperando a última onda

 

Essa semana reparei uma coisa que me deixou muito consternada. Percebi que meus sonhos, todos eles, se passam enquanto o planeta chega ao seu fim. Todas as catástrofes naturais que têm acontecido viram plano de fundo para as tramas do meu inconsciente.  Furacões, terremotos, maremotos, grandes destruições.

A minha consternação se dá porque meu descanso se virou em angústia, mas, principalmente, porque não é preciso muito esforço para constatar que, em pequenas ou grandes proporções, é isso - destruição - o que se passa no mundo.

Por essa perspectiva, sinto que isso nada mais é do que a Natureza sendo justa, cobrando o preço pela nossa prepotência. Depois dessa comoção, não se passa outra coisa em minha cabeça se não uma solene submissão. Fico envergonhada ao ver sol nascendo: a gente não merece.

Ao mesmo tempo, me compadeço da minha própria espécie. Nós também somos manifestações da Natureza, e somos, por tanto, belos, fortes, frágeis, cruéis, solidários. Dúbios e misteriosos. Caóticos e cósmicos. E assim concluo que talvez não estejamos apenas destruindo por destruir, de maus que somos. Talvez estejamos destruindo a nós próprios - e a tudo o que nos permite existir como nos apresentamos hoje - como maneira de cumprir o que nos foi determinado em essência, e assim fazer com que o plante transforme, mais uma vez, a sua forma.

Nos meus sonhos eu faço de conta que o que está acontecendo não é comigo. É só um detalhe. Na vida eu procuro não me deter a esses problemas, porque já dói e eu tenho vontade de chorar. Tento tocar os dias de maneira ativa e sem muita desesperança. Mas a verdade é que me preocupo, sinto muito e profundamente. Quase o tempo inteiro, o que sinto é pena. Quando compreendo realmente, o que sinto é saudade.

Elisa Paiva

 

"Pachamama te veo tan triste

Pachamama me pongo a llorar"

-Manu Chao-

 

 



Escrito por hannanaah às 00h53
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"Ah viver é tão desconfortável. Tudo aperta: o corpo exige, o espírito não pára, viver parece ter sono e não poder dormir – viver é incômodo. Não se pode andar nu nem de corpo nem de espírito."

Clarice Lispector

 Não que eu não goste de viver. Acho estar viva uma glória sem fim. Mas eu concordo com ela.

 

Água. Eu quero água muita.

Água de um rio claro na sombra, com folhas e flores.

Cansada do pensamento.



Escrito por hannanaah às 01h13
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Festnatal.com



Escrito por hannanaah às 23h00
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Me sentindo Liliane Prata:

 

Estava eu aqui na internet com Guilherme (meu irmão) dormindo ao lado. Mainha chegou na porta e perguntou pra mim:

Mainha: O casaco não serviu não?

Eu: Não.

Guilherme (para mim): O  que foi que ela disse?

Eu: "O-casaco-não-serviu-não?"

Guilherme: Ahh... Sabe o que eu entendi?

Eu: Não.

Guilherme: "Vão casar no civil não?"

 



Escrito por hannanaah às 11h17
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